Ana
– Como vocês escolhem o repertório?
Existe a preocupação em
agradar ao público ou vocês
simplesmente tocam o que gostam?
TomaRock
– “A gente tenta conciliar
o que o público de Belém
gosta com o que agente ouve em casa. O
importante é todo mundo, banda
e público, estar satisfeito no
fim do show.”
Ana
– E o atual rock brasileiro?
TomaRock
– “Vai bem, principalmente
o que ainda não está envolvido
pela grande mídia.”
Ana
– A noite de Belém valoriza
o rock?
TomaRock
– “Não, valoriza o
pop e o pagode, sertanejo, forró,
brega, etc.”
Ana
– Quais dificuldades que vocês
encontram? Há muito que mudar?
TomaRock
– “Praticamente tudo. A postura
de certos donos de casas noturnas para
com os músicos, o nível
de respeito pela profissão, o valor
dos cachês, melhores condições
de trabalho (som, iluminação,
temperatura ambiente).”
Ana
– Na memória, alguma apresentação
mais marcante, que lembram de tempos em
tempos?
TomaRock
– “Todos os shows são
feitos com muito entusiasmo. Portanto
sempre nos divertimos muito.”
Ana
– Pensam no TomaRock como um projeto
de longo prazo?
TomaRock
– “Até agora está
dando tudo certo pra nós. Em time
que está ganhando não se
mexe.”
Ana
– Existe algum projeto que vocês
desejam dizer para quem está
acompanhando o trabalho da banda?
TomaRock
– “Sim. Aguardem as músicas
novas que entrarão no repertório,
pois quem faz o nosso repertório
é o nosso público.”
Ana
- Deixe um recado para quem curto o som
da banda.
TomaRock
– “Toma rock!!!”
Equipe
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